O Pé na Rua registra o trajeto da sua equipe, quem foi alcançado e o que ficou combinado — para que o evangelismo de rua deixe de morar na memória de quem foi.
Ninguém precisa aprender a usar. Quem abre o app pela primeira vez entra numa missão em menos de um minuto.
O capitão cria a missão do dia e passa o código. A equipe entra com esse código, sem cadastro nenhum.
O trajeto é gravado sozinho. Quando alguém para para ouvir, são três toques para registrar o contato e o que ficou combinado.
No fim, o resumo da missão sai como imagem para contar o que aconteceu — sem nome nem endereço de ninguém.
Mapa, resumo e o cartão que vai para o grupo da igreja.
Quem entra no teste usa tudo de graça e fala direto com quem está construindo. A versão de iPhone vem depois do Android.
O trajeto é gravado no aparelho e enviado quando o sinal volta. Enquanto não subiu, a missão aparece como incompleta no painel — nunca com número errado.
Telefone e endereço só aparecem para quem tem acesso àquela missão. Nada disso entra na imagem que a equipe compartilha.
Não. Durante o teste é gratuito para qualquer equipe.
O mapa das ruas vem do OpenStreetMap, então serve para qualquer lugar que já esteja mapeado lá.
A equipe inteira entra na mesma missão com um código. Cada trajeto aparece separado no painel, com o nome de quem andou.